sábado, 23 de abril de 2011

Clichê

A vida é uma loucura pelo fato de muitas coisas não se explicarem, sinto a vida com o início, meio e fim. Sendo o início ainda não descoberto, o meio se constituindo em nossa própria construção, e o fim tudo jogado para um ambiente de imensa e infinita escuridão, onde só resta a lembrança de algo ou por algo.

Nada pode ser comparado a um atrito... A um ruído do vento.

domingo, 20 de março de 2011

O Tudo e o Nada Se Completam

Nós podemos tudo... E ao mesmo tempo não podemos nada.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Aos 17

Já faz um bom tempo que tomei a decisão de me aposentar do esporte, e não vejo outra coisa que mais se assemelha ao fato, do que um texto do jornalista e escritor brasileiro Caio Fernando de Abreu.

''Mas, se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais, por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia - qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por que. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Eu prefiro viver a ilusão do "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquele momento vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse. Eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!''.

''Afastarei você com o gesto mais duro de desistir e direi duramente que seu amor não me toca nem me comove e que sua precisão de mim não passa de fome. Quero esquecer completamente. E sei que nunca esquecerei''.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Saudade

Que saudade que eu sinto de não sentir.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Seja Lá O Que For

Um farrapo na gaiola
Um rosto apagado
Um sentimento amoroso primal
Uma dor escondida por trás da boca
Um sabor amargo da vida

São tristes dias que me vêem a passar... Eu preciso de um amor, meu bem.

Dias Cinzos


O meu sorriso já não é mais o de uma criança
Agora é seco, pálido, sem cor

O que me atraia antes
Hoje já não mais me atrai

Um ser frágil
Um ser triste
Um ser reciclado

Essa sou eu
De hoje até meu último dia
Da adolescência a velhice
Da lucidez a realidade

Mesmo sabendo que no final o que importa
É descobrir a sua paz

Bom, essa sou eu.

Enxerguei

Existem coisas na vida que deveriam ser eternas, mas tudo passa tão rápido, é como se o vento saísse carregando o mais ligeiro que pode.

É a felicidade indo e vindo, é a felicidade chegando e tornando-se vazia novamente... No fim é apenas a real conquista frustrada.