Espero ter tomado a decisão certa, para a retomada de uma atividade que cai perfeitamente em meus olhos, sinto que posso modificá-los agora... Ah é tão significante saber que posso novamente, saber que posso recuperar meu lenço esquecido na gaveta, uma fotografia, a camisa jogada sobre a cadeira, recuperar o sorriso que um dia deixei escapar, não há sensação melhor do que o simples fato de reencontrar meu maior amor.
Tentei esquecer, mas a vida não me permitiu, sempre existia algo que pudesse assemelhar a você, e isso me fez entender que nem sempre aquilo que desejamos esquecer é aquilo que a nossa mente quer esquecer, então a um conflito de idéias, e vence aquela que mais está próximo do ser real, do ser alma.
Voltarei a viver no mundo do futebol, dos meus amigos, dos meus treinadores, da minha felicidade. Dores e contusões voltarão, é inegável eu sei, mas quem disse que elas trarão dores tão insuportáveis assim? Sempre a uma forma ou um jeito de se juntar o que está pelo meio, o que está lesionado, a sempre um método ou um remédio que possa deletar tudo isso.
Reencontrarei com você amor, e lhe tratarei com todo o meu coração, admiração e carinho, porque se eu pudesse modificar meu nome para: Widjane Sheila Ferreira Gonçalves Bola, seria a mínima forma de reconhecimento a você, já que minha grande e maior história foi ao seu lado, e espero que possamos juntos somar mais uma nova história.
Agradeço a todos que me fizeram de alguma forma tomar essa decisão.
sábado, 14 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
2° Clínica Internacional de Futebol - Olinda
É empolgante olha para o céu e descobrir a pureza de um dia tão cheio de alegria, ver o mar e sentir aquele cheiro que um dia teria ido embora junto com o vento, é brilhante olhar para o lado e perceber que você não está sozinha... Reencontrar amigos, reencontrar pessoas que de alguma forma me fizeram crescer, mesmo que tenham sido para quebrar o elo com o sonho, mas nada vai mudar o que vivenciei.
Estudo, troca de pensamentos, o napolitano nas pernas, aprendizado, o Chuchu mais vegetal que existe, o quarto, ah o quarto "quádruplo", as palestras com “gente grande”, as fotos eliminadas da câmera, meus olhos segundo outros olhos refletindo o amargo passado da vida...
Enfim, foram momentos que ficarão guardados para sempre na memória, pois é verdade: Somos.
Estudo, troca de pensamentos, o napolitano nas pernas, aprendizado, o Chuchu mais vegetal que existe, o quarto, ah o quarto "quádruplo", as palestras com “gente grande”, as fotos eliminadas da câmera, meus olhos segundo outros olhos refletindo o amargo passado da vida...
Enfim, foram momentos que ficarão guardados para sempre na memória, pois é verdade: Somos.
sábado, 23 de abril de 2011
Clichê
A vida é uma loucura pelo fato de muitas coisas não se explicarem, sinto a vida com o início, meio e fim. Sendo o início ainda não descoberto, o meio se constituindo em nossa própria construção, e o fim tudo jogado para um ambiente de imensa e infinita escuridão, onde só resta a lembrança de algo ou por algo.
Nada pode ser comparado a um atrito... A um ruído do vento.
Nada pode ser comparado a um atrito... A um ruído do vento.
domingo, 20 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Aos 17
Já faz um bom tempo que tomei a decisão de me aposentar do esporte, e não vejo outra coisa que mais se assemelha ao fato, do que um texto do jornalista e escritor brasileiro Caio Fernando de Abreu.
''Mas, se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais, por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia - qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por que. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Eu prefiro viver a ilusão do "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquele momento vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse. Eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!''.
''Afastarei você com o gesto mais duro de desistir e direi duramente que seu amor não me toca nem me comove e que sua precisão de mim não passa de fome. Quero esquecer completamente. E sei que nunca esquecerei''.
''Mas, se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais, por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia - qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por que. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Eu prefiro viver a ilusão do "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquele momento vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse. Eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!''.
''Afastarei você com o gesto mais duro de desistir e direi duramente que seu amor não me toca nem me comove e que sua precisão de mim não passa de fome. Quero esquecer completamente. E sei que nunca esquecerei''.
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Seja Lá O Que For
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